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O QUE É UM KIT DE START DE REFÚGIO?

O Kit Refúgio Micro Start é destinado para aqueles que acabaram de montar um aquário marinho com refúgio e desejam colonizá-lo com os seres vivos essenciais que precisam habitar esse ambiente.
Um refúgio, de forma resumida, é um espaço no sump do aquário destinado ao crescimento de macroalgas e pequenos organismos que irão auxiliar na filtragem e na estabilização biológica do seu sistema. Embora normalmente seja parte integrante do sump, um refúgio também pode ser conectado ao aquário de forma independente, não existindo um tamanho ou formato único para sua montagem.
Por ser um ambiente sem predação e com maior carga orgânica, o refúgio é o lugar ideal para o crescimento desses pequenos seres.
As macroalgas, como a chaetomorpha, proporcionam a absorção de nitrato e fosfato; os mini-paguros e snails consomem a matéria orgânica que sobra de comida e fezes dos peixes; os copépodes e amphipodes, além de também serem detritívoros, servem de alimento para outros peixes e corais; e o fitoplâncton serve de alimento para os copépodes, fazendo com que eles se multipliquem no seu refúgio. A combinação de todos esses organismos irá auxiliar oara queo sistema como um todo fique bem equilibrado.
POR QUE A MICROVIDA É FUNDAMENTAL PARA O SEU AQUÁRIO MARINHO?
O seu aquário é muito mais do que peixes, corais e rochas. Dentro desse ecossistema existem milhões de micro animais que promovem o equilíbrio, a saúde e servem de alimento vivo para seus habitantes, mesmo que você não os veja. Porém esses pequenos seres nem sempre estão presentes em quantidade desejada, seja porque seu aquário é novo, seja porque é muito velho (a chamada old tank syndrome) ou teve algum tipo de problema que causou a redução da biota do sistema. Por isso é importante introduzir microvida de tempos em tempos no aquário para garantir que esse equilíbrio seja mantido constante.
O QUE SÃO COPÉPODES?

Copépodes são mini crustáceos, com pouco menos de 1mm de comprimento, que normalmente habitam as rochas e o substrato dos recifes. Apesar de pequenos, podem ser vistos a olho nu, principalmente à noite sob a luz de lanternas, andando sobre o vidro do aquário.
São o alimento preferido de Mandarins, uma espécie de peixe que raramente come ração e depende exclusivamente de copépodes para viver. Além do Mandarim, outros peixes menores também caçam os copépodes, como os Blênios, os Wrasses Cleaners, Copperbands, e outros animais escavadores de substrato.
Os copépodes se alimentam de fitoplâncton, mas também consomem a matéria orgânica que se forma no sistema, como fezes, restos de ração e algas. Esse consumo ajuda a quebrar esse material em partículas menores e a acelerar o ciclo do nitrogênio, o que ajuda na filtragem da água e na melhoria do sistema como um todo.
O QUE É FITOPLÂNCTON?

Fitoplâncton, subcategoria do plâncton, é um tipo de organismo microscópio fotossintetizante que vive disperso na coluna d’água. Também são chamados de microalgas, e constituem a base da cadeia alimentar dos oceanos. Isso quer dizer que toda o ciclo de alimentação no mar começa pelo fitoplâncton. É dele que surge alguns dos nutrientes mais importantes para a formação da vida, como o Ômega 3. O fitoplâncton serve de alimento para a maiorias dos Octocorais (mais conhecidos como corais moles ou “soft corals”) e também estimula o crescimento de copépodes e outros tipos de microvida no aquário. Também se alimentam de fitoplâncton Tridacnas, Poliquetas, Tunicatos, Esponjas, Pepinos e demais invertebrados e moluscos filtradores.
O QUE SÃO AMPHIPODES?

Os Amphipodes são pequenos crustáceos que medem entre 3mm a 5mm e vivem normalmente em costões rochosos e no substrato dos Oceanos. Eles servem de alimento vivo para peixes e são excelentes detritívoros para o seu aquário marinho. Esses animais irão colonizar o seu aquário caso ele já esteja maturado e com matéria orgânica disponível. Por serem bem ativos, irão estimular o instinto de caça dos peixes, proporcionando assim um tipo de dieta mais parecida com o que eles têm na natureza. Cada porção vem em média com 50 indivíduos adultos, mas sempre colocamos um pouco a mais para compensar alguma eventual perda durante a viagem. Importante frisar que os Amphipodes são completamente reef safe, não fazendo nenhum mal para corais ou invertebrados.
MACROALGAS

As macroalgas absorvem nitrato e fosfato da água em seu processo metabólico. A exportação desses nutrientes acontece quando o aquarista poda o excesso de tempo em tempo, permitindo assim que um novo ciclo de absorção aconteça até a próxima retirada. Normalmente as Macroalgas são colocadas no refúgio e necessitam de iluminação para fazer fotossíntese. Também são úteis para os copépodes e amphipodes, pois acabam servindo de abrigo para esses animais Duas espécies acompanham este kit: Chaetomorfa e Ulva sp.
PAGUROS E SNAILS

Paguros e Snails são mais conhecidos como os "faxineiros do aquário". São bichinhos que passam o dia escavando a areia a procura de alimentos, seja restos de ração, fezes ou qualquer tipo de material orgânico disponível. Essa escavação contribuiu para uma melhor oxigenação da sua zona aeróbica do substrato, além de ajuda a quebrar partículas maiores em partículas menores, acelerando assim a atuação bacteriana no ciclo do nitrogênio. O kit Refúgio Micro Start com com dez indivíduos de cada espécie.
ENVIO:
As postagens são feitas de acordo com o seguinte calendário:

O comprador tem direito a seguro em caso de dano ou morte dos animais. No entanto, é preciso que a modalidade de frete escolhida tenha um prazo de entrega menor do que o tempo máximo que os animais podem ficar na caixa (veja a tabela no início do anúncio).
Para saber mais detalhes sobre a política de entrega, clique aqui.
Em tese, sim, mas não é recomendado em todos os casos. O aquário durante a ciclagem não costuma ter os habitantes que se beneficiariam da microvida, como peixes e corais. Além disso, alguns animais dependem de matéria orgânica para se reproduzir, como é o caso dos copépodes, algo que costuma ser escasso em sistemas muito novos. No caso do fitoplâncton, a dosagem pode sobrecarregar a capacidade das bactérias processarem a matéria orgânica em um sistema onde o ciclo do nitrogênio ainda está em formação, e isso pode acabar causando uma explosão de algas se essa ciclagem estiver sendo feita com luz. Em resumo, se você não tem muita urgência de fazer a inoculação inicial da microvida, o ideal é aguardar o fim da ciclagem para fazer essa dosagem.
Existem quatro situações comuns que demandam a introdução de microvida. 1 – Um sistema recém-montado com rochas e substratos mortos. 2 – Um consumo muito alto por parte de algum animal, por exemplo um Mandarim que precisa comer copépodes vivos diariamente. 3 – Um aquário muito antigo, que naturalmente tende a perder sua biota com o tempo. 4- Quando o aquário sofre algum trauma que cause alguma redução da biologia do aquário, ex: tratamentos de doenças, mudanças, troca de substrato, etc. Como é difícil avaliar com precisão a quantidade desses seres no seu sistema, a boa prática sugere fazer uma inoculação a cada seis meses.
Em relação aos copépodes, macroalgas e fitoplâncton, absolutamente nenhum. A cultura desses animais usa água esterilizada e há um rígido controle de higienização dos equipamentos de manuseio, sendo assim impossível que qualquer tipo de parasita ou doença venha junto com o produto. Já os paguros, snails e Amphipodes são coletados no mar, e existe uma mínima chance de algum "caroneiro" entrar no aquário (ex: um verme de fogo ou um pequeno carangueijo). No entanto, nós fazemos uma profilaxia e uma posterior inspeção visual para que esse risco seja o menor possível. Em três anos de venda ainda não houve relatos de que qualquer cliente com problemas de parasitas ou doenças.
No momento todos os produtos da Academia do Aquário são para aquários de água salgada.
O fitoplâncton deve ser armazenado na geladeira, mas sem congelar. A validade é de 90 dias. Recomenda-se agitar a garrafa uma vez ao dia para evitar a decantação das células. Se o objetivo é a reprodução, evite abrir a garrafa até o momento do procedimento.
A dosagem inicial é de 5ml para cada 30 litros de água do sistema, três vezes por semana. Recomenda-se desligar o skimmer por 20 minutos após a dosagem para deixar os corais absorverem o alimento. Outra maneira de dosar é utilizando uma pipeta sobre os Corais, Tridacnas e outros invertebrados filtradores (ex: Pepinos, e Poliquetas). Lembrando que apenas corais moles (ou softs) absorvem e digerem o fitoplâncton; corais SPS e LPS, não. Se o seu objetivo é aumentar a microvida no seu refúgio, é possível dosar o fitoplâncton somente nesse local. Nesse caso não há uma dosagem específica, coloque apenas o suficiente para que a água fique levemente esverdeada, repetindo o procedimento uma vez ao dia até o fim do produto. O aumento da microvida costuma ser perceptível depois de duas semanas.
Pode, mas observe se o seu sistema está enfrentando problemas com nutrientes antes. O Fitoplâncton, apesar de vivo, pode acabar não sendo consumido se dosado em excesso, e isso pode contribuir para subir os níveis de Nitrato e Fosfato da água. Bom senso é a palavra chave.
Os Copépodes devem ser introduzidos no aquário assim que chegarem, portando não é possível o armazenamento. Não é necessária nenhuma adaptação de temperatura e/ou salinidade para a introdução, bastando colocar o conteúdo diretamente no sistema. Pode ser considerado uma boa prática apagar as luzes do aquário, mas os Copépodes são muito pequenos e dificilmente serão capturados pelos peixes de imediato, então não é algo 100% necessário de fazer.
Não existe um quantidade associada a uma litragem específica do aquário. O importante para os Copépodes é que tenham um ambiente propício para a reprodução. E esse ambiente inclui a disponibilidade de matéria orgânica (ex: fitoplâncton, restos de comida, as algas que se formam no vidro, fezes etc), a construção de um refúgio, a quantidade de rochas vivas, etc. Nesse sentido, uma garrafa de 500ml é suficiente para qualquer tamanho de aquário, pois com o tempo eles tendem a colonizar o sistema. Ainda assim, se houver uma grande urgência de popular o sistema, coloque uma garrafa de 500ml para cada 300 litros de água. .
Sim, e não é difícil. No momento, esse suporte é dado via Whatsapp para compradores do Kit de reprodução de fitoplâncton, que pode ser achado neste link: https://www.academiadoaquario.com.br/rotiferos-copepodes-fitoplancton-alimento-f2
Para aumentar a taxa de sobrevivência, atualmente os Amphipodes estão sendo enviados em um perlon umedecido. Porém não é preciso tirar os animais um a um na hora da chegada, basta deixar esse perlon flutuando do display ou refúgio por uma noite que naturalmente os animais irão se desprender. Se no dia seguinte ainda haver algum grudado, os remanescentes podem ser tirados manualmente. É recomendado que a luz do aquário seja desligada antes da introdução.
As Macro Algas devem ser colocadas no refúgio, pois a presença delas no display (principalmente no caso da Chaetomorfa) pode se tornar um problema caso elas comecem a crescer sem controle. Além disso elas precisam de iluminação diária entre 8h a 12h por dia (pesquise por lâmpadas específicas para refúgio). Uma dica adicional é colocar a Chaetomorfa dentro de uma redinha para evitar que pequenos fios da alga subam para o aquário e comecem a se reproduzir por lá.
Podem ser colocados no refúgio ou no display principal, mas normalmente são colocados no display. Não necessitam de nenhuma aclimatação de salinidade ou temperatura. Apenas abra o saco e jogue os animais no local de sua preferência. Caso perceba que parte dos animais chegaram mortos e a água está com mau cheiro, descarte a água e coloque apenas os animais que estão vivos no aquário.
A academia do Aquário tem o foco na produção de conhecimento voltados para o aquarismo marinho e na venda de alimento vivo para peixes e corais. No futuro iremos implementar uma maior variedade de produtos para atender outras demandas.
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