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POR QUE A MICROVIDA É FUNDAMENTAL PARA O SEU AQUÁRIO MARINHO?
O seu aquário é muito mais do que peixes, corais e rochas. Dentro desse ecossistema existem milhões de micro animais que promovem o equilíbrio, a saúde e servem de alimento vivo para seus habitantes, mesmo que você não os veja. Porém esses pequenos seres nem sempre estão presentes em quantidade desejada, seja porque seu aquário é novo, seja porque é muito velho (a chamada old tank syndrome) ou teve algum tipo de problema que causou a redução da biota do sistema. Por isso é importante introduzir microvida de tempos em tempos no aquário para garantir que esse equilíbrio seja mantido constante.
O QUE SÃO COPÉPODES?

Copépodes são mini crustáceos, com pouco menos de 1mm de comprimento, que normalmente habitam as rochas e o substrato dos recifes. Apesar de pequenos, podem ser vistos a olho nu, principalmente à noite sob a luz de lanternas, andando sobre o vidro do aquário.
São o alimento preferido de Mandarins, uma espécie de peixe que raramente come ração e depende exclusivamente de copépodes para viver. Além do Mandarim, outros peixes menores também caçam os copépodes, como os Blênios, os Wrasses Cleaners, Copperbands, e outros animais escavadores de substrato.
Os copépodes se alimentam de fitoplâncton, mas também consomem a matéria orgânica que se forma no sistema, como fezes, restos de ração e algas. Esse consumo ajuda a quebrar esse material em partículas menores e a acelerar o ciclo do nitrogênio, o que ajuda na filtragem da água e na melhoria do sistema como um todo.
O QUE SÃO AMPHIPODES?

Os Amphipodes são pequenos crustáceos que medem entre 3mm a 5mm e vivem normalmente em costões rochosos e no substrato dos Oceanos. Eles servem de alimento vivo para peixes e são excelentes detritívoros para o seu aquário marinho. Esses animais irão colonizar o seu aquário caso ele já esteja maturado e com matéria orgânica disponível. Por serem bem ativos, irão estimular o instinto de caça dos peixes, proporcionando assim um tipo de dieta mais parecida com o que eles têm na natureza. Cada porção vem em média com 50 indivíduos adultos, mas sempre colocamos um pouco a mais para compensar alguma eventual perda durante a viagem. Importante frisar que os Amphipodes são completamente reef safe, não fazendo nenhum mal para corais ou invertebrados.
O QUE SÃO ROTÍFEROS?

Os rotíferos também fazem parte do grupo do zooplâncton, e são majoritariamente usados para a alimentação de corais. São ainda menores do que os copépodes, e permanecem vivos flutuando no seu aquário até que sejam capturados ou removidos pela filtragem. Essa á uma das vantagens do alimento vivo, pois eles não se decompõe quando adicionados, o que elimina a preocupação com o aumento de nitrato e fosfato.
ENVIO:
As postagens são feitas de acordo com o seguinte calendário:

O comprador tem direito a seguro em caso de dano ou morte dos animais. No entanto, é preciso que a modalidade de frete escolhida tenha um prazo de entrega menor do que o tempo máximo que os animais podem ficar na caixa (veja a tabela no início do anúncio).
Para saber mais detalhes sobre a política de entrega, clique aqui.
Em tese, sim, mas não é recomendado em todos os casos. O aquário durante a ciclagem não costuma ter os habitantes que se beneficiariam da microvida, como peixes e corais. Além disso, alguns animais dependem de matéria orgânica para se reproduzir, como é o caso dos copépodes e amphipodes, algo que costuma ser escasso em sistemas muito novos. Em resumo, se você não tem muita urgência de fazer a inoculação inicial da microvida, o ideal é aguardar o fim da ciclagem para fazer essa dosagem.
Existem quatro situações comuns que demandam a introdução de microvida. 1 – Um sistema recém-montado com rochas e substratos mortos. 2 – Um consumo muito alto por parte de algum animal, por exemplo um Mandarim que precisa comer copépodes vivos diariamente. 3 – Um aquário muito antigo, que naturalmente tende a perder sua biota com o tempo. 4- Quando o aquário sofre algum trauma que cause alguma redução da biologia do aquário, ex: tratamentos de doenças, mudanças, troca de substrato, etc. Como é difícil avaliar com precisão a quantidade desses seres no seu sistema, a boa prática sugere fazer uma inoculação a cada seis meses.
Absolutamente nenhum. A cultura desses animais usa água esterilizada e há um rígido controle de higienização dos equipamentos de manuseio, sendo assim impossível que qualquer tipo de parasita ou doença venha junto com o produto.
No momento todos os produtos da Academia do Aquário são para aquários de água salgada.
Os Copépodes devem ser introduzidos no aquário assim que chegarem, portando não é possível o armazenamento. Não é necessária nenhuma adaptação de temperatura e/ou salinidade para a introdução, bastando colocar o conteúdo diretamente no sistema. Pode ser considerado uma boa prática apagar as luzes do aquário, mas os Copépodes são muito pequenos e dificilmente serão capturados pelos peixes de imediato, então não é algo 100% necessário de fazer.
Não existe um quantidade associada a uma litragem específica do aquário. O importante para os Copépodes é que tenham um ambiente propício para a reprodução. E esse ambiente inclui a disponibilidade de matéria orgânica (ex: fitoplâncton, restos de comida, as algas que se formam no vidro, fezes etc), a construção de um refúgio, a quantidade de rochas vivas, etc. Nesse sentido, uma garrafa de 500ml é suficiente para qualquer tamanho de aquário, pois com o tempo eles tendem a colonizar o sistema. Ainda assim, se houver uma grande urgência de popular o sistema, coloque uma garrafa de 500ml para cada 200 litros de água. .
Sim, e não é difícil. No momento, esse suporte é dado via Whatsapp para compradores do Kit de reprodução de fitoplâncton, que pode ser achado neste link: https://www.academiadoaquario.com.br/rotiferos-copepodes-fitoplancton-alimento-f2
Para aumentar a taxa de sobrevivência, os Amphipodes são enviados em uma redinha amarela para que eles tenham onde se prender durante a viagem. Depois da chegada, avalie se os animais estão vivos e deixe a redinha flutuando do display ou refúgio por uma hora. Naturalmente os animais irão se desprender. Após esse período, caso ainda haja amphipodes presos na rede, retire-os manualmente. Evite deixar a rede solta muito tempo no aquário, pois ela pode prender em alguma bomba ou até mesmo enroscar em algum peixe. É recomendado que a luz do aquário seja desligada antes da introdução.
A academia do Aquário tem o foco na produção de conhecimento voltados para o aquarismo marinho e na venda de alimento vivo para peixes e corais. No futuro iremos implementar uma maior variedade de produtos para atender outras demandas.
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